segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Floresta – PE: Policiais da Força Nacional chegaram, e ocupantes da transposição, sem resistência, desocuparam.


Por Jair Ferraz

A verdade é esta, que o efetivo de Policiais Militares da Força Nacional de Segurança foi solicitado, pelo Ministério da Integração, para retirar ocupantes do canteiro das Obras de Transposição do Eixo Leste, nos Mandantes, divisa dos municípios de Floresta e Petrolândia, no estado de Pernambuco.
Uma das principais reivindicações dos ocupantes da obra da transposição, liderados por alguns políticos da região, era a não realização dos primeiros testes de bombeamento de água.
Os testes serão feitos dentro dos limites de vazão do Rio São Francisco, segundo a CHESF, a água será liberada do Lago de Sobradinho, e só um pequeno percentual da água liberada é que será usada para o teste.





Foram 30 policiais em 7 (sete) viaturas, que chegaram ao Canteiro de Obras na manhã desta segunda-feira dia 13/10/2014. Força policial suficiente para enfrentar um movimento de aproximadamente 800 pessoas, e os ocupantes da transposição era pouco mais de 100 pessoas, e quase metade desse número, eram funcionários da prefeitura de Petrolândia, entre secretários, servidores, índios, curiosos, e populares.

 



De início, no escritório do canteiro de obras, houve uma conversa particular, entre o comandante da operação militar de desocupação, e o principal líder do movimento, o prefeito de Petrolândia, que recebeu documentos com critérios estabelecidos.


Posteriormente houve o deslocamento da força policial que em caráter ostensivo de proteção, tomou a área ocupada, e solicitou verbalmente aos líderes a desocupação amigável.
 



No encontro frente a frente entre a Força Nacional e o movimento de ocupação, de um lado estava o Capitão Sthanke (PMSC), e do outro lado estavam o prefeito do município de Petrolândia, o padre da paróquia de Inajá, um Deputado Federal recém eleito, uma agricultora proprietária de granja, e representante de tribo indígena.



Diante dos critérios estabelecidos pelo Órgão Federal do Ministério da Integração, dos fatos e das circunstâncias, da presença ostensiva da Força Nacional de Segurança, os líderes do movimento de ocupação das obras de transposição para a não realização dos primeiros testes de bombeamento de água, depois de todo alarde na imprensa durante uma semana, cederam, e os testes vão ser realizados.





Fotos da Câmera de Jair Ferraz

Um comentário:

  1. É assim que se gasta dinheiro e depois não se sabe para onde foi. Só para fazer tomadas de um filme para campanha. Vamos avaliar p prejuízo: Não choveu no SUDESTE, caixa d'água do Brasil, a principal nascente do Velho Chico secou, a travessia entre Petrolina e Juazeiro dá para passar a pé, o canal não está pronto e se tudo correr como desejamos lá se vão mais dois anos, a água que será bombeada não vai ser para nada, ou melhor só para fazer o filme, o custo do deslocamento do aparato policial, o custo do deslocamento dos manifestantes, o custo do deslocamento do Ministro, o custo do deslocamento da equipe de teste das bombas, o custo da energia para o teste, o custo do deslocamento da equipe de filmagem e o custo da água desperdiçada que daria para irrigar as plantações dos projetos por um dia. Porque não deixar para testar no período de chuva ou quanto o canal tiver faltando pelo ao menos um não para ser concluído. SABEM QUEM PAGAOU TUDO ISSO? O Tesouro que recebe o seu, o meu, o nosso dinheiro e gasta mal. Até a próxima lágrima

    ResponderExcluir