sexta-feira, 25 de julho de 2014

Para reflexão: O Silêncio ruim.


“Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.” (Pv. 25.11)

Em outras palavras:
“A palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustadas numa escultura de prata.”

Leitura Bíblica: Levítico 5.1


“E quando alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniqüidade.”

O livro de Levítico contém numerosas leis dadas por Deus ao povo de Israel para que este fosse santo, ou seja, separado para Deus. Havia leis no tocante à hospedagem, ao manuseio de animais mortos e muitas outras coisas. Algumas delas visavam favorecer relacionamentos e o convívio social. O cristianismo herdou alguma dessas leis.
A lei que proibia acobertar más condutas sugere três forças presentes num bom convívio entre irmãos. Primeiro, a força da influência. Cada um de nós carrega uma “atmosfera” ao redor de si. Essa atmosfera é produzida pelo jeito de ser de cada um. Lembro-me do caso de um cristão que foi vítima de assassinato. Sua conduta era tão ilibada que não houve dúvida entre os seus conhecidos de que algo errado com que ele não concordava teria sido feito na firma em que trabalhava. O poder da influência está sempre presente. Outra força é a do exemplo. O que somos afeta todos ao nosso redor. Tudo que fazemos acaba servindo aos outros como bom ou mau exemplo. Nas aldeias israelitas, os anciãos formavam um tribunal em que os maus exemplos deviam ser denunciados. Cada israelita deveria zelar pela honra de seu nome, pois isso mostrava cuidado pela honra do nome do Senhor. A influência e o exemplo sempre demandam muita responsabilidade de cada um dos que vivem como servos de Deus.
Por último, se a influência e o exemplo exercem poder, cada um de nós tem também a responsabilidade de zelar para que sejam sempre presentes em nossas vidas. Nesse sentido, uma grande mensagem nos é passada pelo Senhor Jesus. Por não guardar silêncio diante do mal que seus olhos observam, sofreu a morte. Como jamais pecou, sua vida foi sempre um juízo contra o mal que o cercava.


 
“A vida de um justo é sempre uma denúncia contra o pecado.”

 


Texto extraído do livro Presente Diário.
Rádio Trans Mundial
Convenção Batista de Pernambuco.

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