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terça-feira, 5 de abril de 2016

Campanha salarial dos federais segue em meio a turbulência política do país.



O país vive um momento de efervescência política, com o Congresso mais conservador das últimas décadas concentrando esforços na votação do impeachment de Dilma Rousseff e o governo Federal lutando para não cair num verdadeiro golpe ao Estado Democrático de Direito, já que nenhum crime pesa contra a presidente da República. Em meio a essa turbulência está a Campanha Salarial dos Servidores Federais e para superar os obstáculos, a Condsef e outras entidades nacionais da categoria se desdobram para buscar alternativas e dá visibilidade à pauta de reivindicações do funcionalismo.
A direção da Condsef se reuniu em Brasília, na última sexta-feira, para discutir estratégias de luta. Um calendário de atividades também foi desenhado para este mês. O primeiro passo será se reunir com os sindicatos filiados para organizar a participação dos estados em ato previsto para acontecer ainda em abril, possivelmente no dia 14. A ideia é pressionar o governo e o Congresso e derrubar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016.
A matéria é aquela proposta de reforma fiscal anunciada pelo governo no último dia 21. A proposta é não ultrapassar o que está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA). Caso haja possibilidade disso acontecer, seriam acionadas automaticamente medidas de redução de despesas. Entre essas medidas está o cancelamento de reestruturações de carreira, de contratação de pessoal, de novos concursos, redução dos cargos comissionais e o cancelamento de reajustes negociados com a categoria.
 
Fonte: Garra