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quarta-feira, 30 de março de 2016

Petrolina: Em entrevista coletiva, delegado explica mais uma vez como anda as investigações do “caso Beatriz”.

Pequena Beatriz

Delegado Dr. Marceone Ferreira, que trabalha para desvendar o mistério da morte da pequena Beatriz

Gilmário Lima, do Grupo Especializado em Perícias de Homicídios do DHPP.
 

Local onde o corpo foi encontrado atrás do armário


Ontem, terça-feira 29/03/16, o Delegado da Polícia Civil Dr. Marceone Ferreira concedeu a 3ª Entrevista Coletiva a Imprensa e fez revelações sobre o “Caso Beatriz”, menina que foi encontrada morta em 10/12/15 nas dependências do Colégio N. S. Auxiliadora em Petrolina, Pernambuco.

Uma das revelações feitas pelo Delegado foi de que 5 pessoas que trabalham no colégio são suspeitas de participar do crime.

Dr. Marceone diz que “o objetivo da coletiva é mostrar alguns avanços na investigação do Caso Beatriz que ocorreu em 10/12/15, e que desde esta data vem trabalhando firmemente a Policia Civil, o Instituto de Criminalística, Secretaria de Defesa Social, envidando todos os esforços no sentido de elucidar o caso que é considerado nº 1 do Estado de Pernambuco, onde estão sendo disponibilizados todos os recursos de pessoal e material”.

Em um breve resumo o Delegado Marceone conta alguns detalhes do caso: “Não existe nenhum monitoramento por câmera da área onde ocorreu o crime, e alguns precários fora da escola, e este é um fator que vem dificultando a investigação. O tempo do desaparecimento da criança para o momento que os parentes começaram a procurá-la era muito curto. A criança não foi morta onde foi encontrada, ocorreu a execução em outro local da escola, e que a criança foi transportada e jogada dentro do depósito atrás do armário”, explicou o delegado.

Ainda segundo o delegado “um dos principais pontos da coletiva é divulgar o laudo pericial que comprova técnica e cientificamente que a criança não foi morta onde foi encontrada, e isso vai trazer vários questionamentos de como tudo aconteceu, e que a probabilidade da participação de mais de uma pessoa a se confirmar, e que certamente foi um crime premeditado”, concluiu o delegado de polícia civil.