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sábado, 9 de janeiro de 2016

Jair Ferraz passado a limpo! Parte I



Parte I - Primeiro trabalho com Carteira Profissional assinada.

“Fale da sua vida, antes de falar da vida dos outros!”
“Mostre quem tu és, antes de mostrar quem é o outro!”
“Tente mover o mundo: o primeiro passo será mover a si mesmo” (Platão).
"Quando um homem não se encontra a si mesmo, não encontra nada." (Johann Goethe)
"Sábio é todo aquele que sabe rir de si mesmo. Quem sabe rir de si mesmo se diverte muito mais." (Dito popular).

Mateus Cap. 16 Vers. 24 e 25;
“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.”

                  Com estas frases, e com esta maravilhosa mensagem de Jesus Cristo no Cap. 16, versículos 24 e 25 do livro de Mateus, publicaremos uma série de “partes” com intimidades e particularidades autobiográficas da vida de Jair de Souza Ferraz, nascido no dia 02 de Março de 1957, hoje com 58 anos, e no próximo mês de março com 59 anos, filho do Sr. José Gregório Ferraz, e de Dona Maria Amélia de Souza Ferraz.
 



Nossa primeira Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) número 30.392, Série 513, foi emitida no dia 27 de outubro de 1976. Nascido no ano de 1957, tínhamos 19 anos quando “tiramos” a nossa primeira carteira profissional.
 


Nosso primeiro registro (trabalho) em carteira profissional foi na VEPAL – Veículos e Peças Arcoverde, concessionária autorizada da Mercedes Bens, no dia 1º de Junho de 1977 (estávamos com 20 anos de idade), na função de Faturista (que emite notas fiscais), e nosso primeiro salário em carteira foi de Cr$ 800,00 (oitocentos cruzeiros), correspondente ao salário mínimo na época. Os proprietários sócios e diretores da VEPAL eram os senhores João Joaquim e Otacílio Tizei, duas pessoas maravilhosas.

Vale citar que comecei a trabalhar alguns anos antes de “tirar” minha primeira carteira profissional. Com muito prazer e satisfação, fomos de tudo um pouco no Hotel, Posto Texaco, Casa de Peças Carvalho Alcântara, do nosso amigo, compadre, saudoso Zé Marcelino, homem ilibado, que depositava total confiança em nossa pessoa. Nesta época, quando tínhamos entre 12 a 18 anos de idade, fomos colegas de trabalho dos grandes amigos empresário Dinho Alcântara, e do atualmente contador e contabilista Nilson Guedes. Ainda tivemos o imenso prazer em conhecer Luiz Carlos Alcântara que trabalhava na casa de peças e posto de gasolina de Zé Marcelino, como também em alguns momentos ter a agradável companhia dos amigos Dr. Jorge Alcântara que atualmente é advogado na Defensoria Pública do Estado de Pernambuco, e Marcelo Alcântara Filho, empresário no ramo de autopeças em Belo Jardim, e outras pessoas maravilhosas que guardamos na lembrança e no coração como, por exemplo, o amigo Zé de Gamela que trabalhava nas bombas de combustível, e o amigo Natan que foi borracheiro, e hoje é pastor, pregador da Palavra de Deus numa igreja evangélica.
 



Considero-me filho e cidadão petrolandense, conforme podemos comprovar através do Titulo de Eleitor nº 012163240841 Zona 070 Seção 0064 (EREM Maria Cavalcanti Nunes). Nunca deixei de cumprir o meu dever de cidadão. Um dos meus pecados aqui em Petrolândia, foi ter dado meu voto a alguns políticos que não merecia. É errando que se aprende, e assim como eu, tem hoje muita gente com o mesmo pensamento.

Apesar de algumas pessoas que chegaram aqui recentemente, aproximadamente à uns 35 anos, e que “penetraram” rapidamente na vida política do nosso povo, e que hoje vivem única e exclusivamente do poder, governando o nosso município, com imagens comparativas premeditadas da velha e da nova Petrolândia, tentaram apagar e manchar a nossa história. Jamais conseguirão apagar as boas lembranças e recordações guardadas em nossa memória, e em nossos corações.

Reafirmo: “O passado quando é bom à gente guarda, e quando é ruim a gente esquece. O presente a gente vive, e o futuro pertence a Deus!”

É muito forte o que vou escrever para finalizar esta primeira parte do "Jair Ferraz passado à limpo!". Gostaria de dizer à todos que estão lendo esta materia, que amo viver, pois minha vida foi um presente dado por Deus, porém jamais terei medo de morrer, sendo a minha vida tirada também por Deus. Caso contrário, só tenhuma uma coisa a pedir: Justiça!

Em breve: Jair Ferraz passado a limpo! Parte II, se assim Deus nos permitir.