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domingo, 20 de dezembro de 2015

Recife: Esposa de PM é supeita de matar assaltante que invadia sua casa.


A esposa de um policial militar do 12º Batalhão é suspeita de matar um homem, de idade não informada, que teria invadido a casa do casal no bairro de Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife, na madrugada deste domingo (20/12/15).
De acordo com a Polícia Militar, o assaltante teria conseguido invadir o interior da residência e entrar no quarto onde a mulher e o filho do policial estavam.
A PM contou que a mulher, de idade também não informada, usou o revólver calibre 38 do marido para efetuar os disparos. Ela foi ouvida no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e, em seguida, liberada. A corporação acredita que a iniciativa se tratou de legítima defesa. A arma foi devolvida ao PM.

Fonte: G1 


Mulher de PM mata homem após invasão à casa deles.

A mulher de um policial militar é suspeita de matar um homem que invadiu a casa dela, na comunidade Brasilit, na Várzea, neste domingo. Ela estava com a filha, de 6 anos, enquanto o marido trabalhava, e foi surpreendida pelo arrombamento da casa. Por telefone, o PM pediu para que ela se trancasse no quarto e disse onde estava a arma, legalmente registrada, de acordo com o delegado José Cláudio Nogueira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

"Antes de a polícia chegar ao local, o indivíduo conseguiu arrombar a grade, quebrou uma porta de vidro e já estava também arrombando a porta do quarto, onde estava estava tentando se proteger", narra Nogueira. Os disparos - dois na barriga e um na perna - foram efetuados no cômodo, onde o suspeito, identificado apenas como Diego, de 40 anos, faleceu. Ela também ficou com alguns ferimentos leves, pois chegou a entrar em luta corporal com o invasor.

De acordo com vizinhos, o suspeito, que mora na comunidade Ninho das Cobras, tinha bebido em frente à casa do policial durante todo o sábado. Pessoas que estavam no local contaram que ele fica agressivo quando alcoolizado e que tinha a intenção de estuprar mãe e filha. Diego estava sem documentos quando o corpo foi recolhido.

O policial militar e a esposa dele não quiseram dar entrevistas e passaram o domingo em casa, com as portas trancadas. Eles foram ouvidos no DHPP e liberados. "Diante das circunstâncias, que ela estava no interior da residência dela, agiu em legítima defesa. Diante disso tudo e da apresentação espontânea dela na delegacia, resolveu-se, por portaria, fazer a abertura do inquérito policial", esclarece o delegado.



Fonte: Diário de Pernambuco.