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sábado, 19 de dezembro de 2015

Petrolândia uma das cidades de Pernambuco que o PIB mais caiu.

Segundo informações da Condepe/Fidem, as perdas de Petrolândia foram relacionadas à diminuição de repasse de recursos da Chesf;
A riqueza produzida em Pernambuco está concentrada em 17 municípios. A informação faz parte do comportamento do PIB municipal de Pernambuco em 2013 divulgada na sexta-feira (18/12).






Os municípios que mais perderam participação no PIB do Estado em 2013 foram Petrolândia (-0,50), São Lourenço da Mata (-0,23), Salgueiro (-0,21), Recife (-0,19) e Joaquim Nabuco (-0,06). Todas as perdas estão em pontos percentuais. Segundo informações da Condepe/Fidem, as perdas de Petrolândia foram relacionadas à diminuição de repasse de recursos da Chesf; a de São Lourenço reflete o fim da construção da Arena da Copa; a de Salgueiro a paralisação das obras da Ferrovia Transnordestina e da transposição e a de Joaquim Nabuco, a paralisação da Usina Pumaty principal indústria daquele município.

A concentração na produção de riqueza continua grande nas cidades pernambucanas. Cerca de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado é gerado em 17 dos 184 municípios existentes em Pernambuco. Os 10 que apresentam a maior geração de riqueza no Estado produzem 69,05% de todo o PIB estadual. Esse seleto grupo inclui três cidades que não pertencem à Região Metropolitana do Recife: Caruaru (no Agreste), Petrolina (no Sertão do São Francisco) e Vitória de Santo Antão na Zona da Mata.

Somados a esse grupo, a riqueza gerada em mais sete municípios (Garanhuns, Goiana, Belo Jardim, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada, Carpina e Gravatá) chega-se ao cerca 80% do PIB estadual. Ou seja, grande parte das cidades pernambucanas tem uma produção insignificante de riqueza, como mostrou os dados divulgados ontem pela Agência Condepe/Fidem com o comportamento do PIB municipal de Pernambuco em 2013.

Somente 20 cidades pernambucanas não têm na Atividade Pública a sua principal atividade econômica. Ou seja, grande parte dos municípios do Estado sobrevive da movimentação gerada em torno do poder público. “O problema é que a administração pública não é indutora de outras atividades, como ocorre por exemplo com a indústria de transformação”, conta o consultor da Agência Condepe/Fidem, Wilson Grimaldi.

“A concentração da riqueza está diminuindo em Pernambuco, mas quem vai crescer, num primeiro momento, são os outros municípios da RMR. Primeiro, foi o Litoral Sul, o que incluiu Suape. Depois, a outra expansão ocorreu no Litoral Norte (Goiana, Itapissuma e Igarassu). E a atividade econômica está começando a se expandir para o restante do Estado”, explica o diretor executivo de Estudos, Pesquisas e Estatística da Agência Condepe/Fidem, Maurílio Lima. Ele cita como exemplos as cidades de Glória do Goitá e do Recife. A primeira registrou um acréscimo de 62,7% na variação nominal do PIB, que saiu de R$ 17 milhões em 2012 para 27 milhões em 2013 impulsionada pela instalação de uma fábrica de massas.

Já o Recife perdeu participação no PIB estadual, saindo de uma participação de 33,19% em 2012 – quando tinha um PIB de R$ 42,4 bilhões – para 33,00% no ano seguinte, quando a soma das riquezas geradas na capital ficou em R$ 46,4 bilhões. “Essa queda na participação do Recife no PIB do Estado ocorreu porque outros municípios cresceram”, explica Maurílio.

Jaboatão e Cabo se destacaram no aumento da participação da economia pernambucana, saindo, respectivamente, de de 8,17% e 4,94% para 8,49% e 5,23%. Nos dados de 2013, Jaboatão apresentou o maior ganho de participação no PIB do Estado com um crescimento de 0,32% pontos percentuais.
Jaboatão passou a ser o segundo maior PIB, perdendo apenas para o do Recife. “Foi apenas uma questão de metodologia. Jaboatão passou na frente de Ipojuca que ocupava o segundo lugar no ranking dos maiores PIBs na metodologia antiga”, explica Wilson Grimaldi. A atualização na forma do cálculo é realizada para atender as recomendações do sistema internacional de contas da Organização das Nações Unidas (ONU).
 
Opinião do Blog do Jair Ferraz:

Interessante é que Petrolândia é um dos Municípios que tem uma grande produção agrícola (Coco, Banana, Abobora, Melão, Manga, Goiaba, etc.), no Sertão, interior do estado de Pernambuco, sem contar com o repasse da Chesf, que é um dos maiores repasses do Estado, e que gira em torno dos R$ 10 milhões/mês. Não dar nunca para acreditar que Petrolândia tem um dos PIBs mais baixos do Estado. O que na realidade Petrolândia tem, é dinheiro jorrando em várias contas de bancos, e que foi duramente economizado para ser despejado no próximo ano de 2016, que é ano de eleição municipal, e o atual prefeito  vai gastar todo dinheiro que tem guardado, em obras e outras "cositas más", intentando o seu objetivo que é fazer o sucessor dele. Dr. Marcos (prefeito) Dr. Danilo (vice) ou Amadeu (vice), ou então Jane (prefeita), Dr. Danilo (vice) ou Amadeu (vice), as únicas opções da chapa majoritária deles, estão ansiosamente esperando este "valioso" momento acontecer, sem contar que os três (Marquinhos, Jane e Danilo), tem o Hospital Municipal como o maior "cabo eleitoral".

Escreva: "qui vivimus, videre".