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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Pernambuco: Titânio traz desenvolvimento para Floresta e Carnaubeira da Penha, no Sertão.

A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco - CPRH promoveu a Audiência Pública Mineração Floresta, no município de Floresta, no Sertão do Estado, a 437 quilômetros do Recife.



O empreendimento Mineração Floresta S/A pleiteia a licença ambiental para instalar uma mineradora e extrair de uma área de 20 hectares limítrofe entre Floresta e Carnaubeira da Penha o minério de ilmenita, de onde se retira o dióxido de titânio. A audiência pública é uma das etapas do licenciamento ambiental e objetiva explicar à população onde o empreendimento pretende se instalar, as rotinas de produção e também as formas de evitar possíveis impactos ambientais. Pelo tamanho do empreendimento - um investimento inicial orçado em R$ 200 milhões e com previsão de gerar 250 empregos diretos e 800 indiretos, além de R$ 6,5 milhões em impostos, a audiência pública foi bastante concorrida.


Os dois salões da casa de eventos que recebeu a audiência foram tomados por 365 pessoas. Também marcaram presença autoridades políticas, como representantes das prefeituras de Floresta e Carnaubeira da Penha e os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões, e executivo de Meio Ambiente, Carlos André Cavalcanti. Por cerca de quatro horas e meia, a população de Floresta, Carnaubeira da Penha e povoados adjacentes puderam ouvir e perguntar sobre o projeto diretamente a técnicos envolvidos com a implantação do empreendimento e da CPRH. O dióxido de titânio está presente na composição de diversos produtos, da produção de tintas de todas as variedades às próteses humanas. As reservas a serem numeradas têm 54,8 toneladas, o que permite a “lavra” da mina inicialmente por 18 anos. Um dos benefícios imediatos é o asfaltamento da rodovia com cerca de 45 quilômetros que liga Floresta a Carnaubeira. “É um pedido antigo e que além de servir ao tráfego de caminhões da mineradora, faz de Floresta um ponto de passagem e parada das rotas de mercadoria entre o Ceará e à Bahia”, disse Thiago Norões.