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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Filho de Campos descarta candidatura em 2016


O filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, João Campos, disse não ter pretensão para disputar nenhum cargo eletivo em 2016, quando serão realizadas as eleições municipais. "Não faz parte de nenhuma pretensão pessoal, jamais, disputar nenhum cargo", afirmou João Campos ao assumir a Secretaria de Organização do PSB pernambucano, nesta terça-feira (29).
"Agora na campanha eu andei mais de 50 municípios fazendo campanha para as nossas lideranças. E eu iria fazer isso independente de cargo ou não, porque eu não preciso de cargo para fazer política nem para ajudar nosso povo", disse. As especulações em torno do nome de João como herdeiro político do pai ganharam força após a morte do ex-governador, no dia 13 de agosto, em um acidente aéreo, em Santos, litoral de São Paulo.
Desde então, o jovem participou de uma série de atos de campanha em prol do governador eleito Paulo Câmara, além de ter pedido votos para a candidata do partido, Marina Silva, no primeiro turno das eleições presidenciais. No segundo turno, ele esteve no palanque de Aécio Neves (PSDB). No final d ano passado, ele foi cogitado para assumir a direção da Juventude Socialista no Estado e não assumiu o cargo em função das críticas recebidas apontando que a indicação seria fruto de uma manobra política de Eduardo Campos para lançar o filho na política. As maiores críticas foram feitas pela vereadora do Recife e prima de Campos, Marília Arraes (PSB).
"Estamos unidos aqui para fortalecer o legado de Eduardo Campos e o legado de Arraes. Esse legado foi construído através da escuta ao povo, à população. Então esse legado pertence ao povo. Venho aqui muito feliz e quero agradecer a vocês pela mobilização na campanha", destacou. João também pediu que o PSB se engaje na discussão das propostas da presidente reeleita, Dilma Rousseff, como as reformas tributária e política. Sobre o fato do partido caminhar ou não para a oposição, ele avaliou que todas as instâncias da legenda sejam ouvidas.
"O PSB deve ser reunir com o PSB nacional. Reunir os estados e tomar uma decisão conjunta. Ninguém pode se precipitar e escolher um caminho. A gente tem a unidade do partido, que está fortalecido aqui em Pernambuco. Então temos que conversar com a executiva nacional para achar o caminho a ser tomado no nível estadual e nacional", ressaltou.

Fonte: Pernambuco 247