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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Petrolândia: Acusado de homicídio no “Bar de Jandira” se apresenta espontaneamente para "prestar contas" com a Justiça


O Sr. “Genildo José dos Santos”, acusado de ter cometido um homicídio no dia 28 de fevereiro de 2013, no “Bar de Jandira”, ao lado “Mercado Público”, na Rua Coronel Aureliano de Menezes, no centro da cidade de Petrolândia, Sertão do estado de Pernambuco, arrependido do “crime” que tinha cometido, se apresentou espontaneamente no dia 07 de março de 2013, na Delegacia de Petrolândia, sendo recebido pelo Delegado de Polícia Civil Dr. Roberto Fonseca, o qual colheu depoimento do acusado e posteriormente, em 26 de março de 2013, pediu a sua prisão preventiva.

Tivemos acesso ao processo, e segundo os “autos”, o homicídio foi motivado por uma discussão que se iniciou no “Bar de Jandira”, com troca de impropérios, onde o Sr. “Genildo” foi agredido moralmente por palavras, e fisicamente por “garrafadas na cabeça”, que culminou com o homicídio num dia de quinta feira, véspera da feira livre de Petrolândia.

O acusado, durante um curto espaço de tempo esteve foragido, mais o mesmo, desejando prestar contas a Justiça, e provar que não coloca em risco à sociedade, novamente compareceu espontaneamente à Secretaria Judicial da 1ª Vara de Petrolândia.

Após esta segunda apresentação espontânea, e com a finalidade em ser recolhido, o acusado Sr. “Genildo José dos Santos”, recebeu voz de prisão e foi conduzido por Policiais Militares da 4ª CIPM à Cadeia Pública de Petrolândia, ficando à disposição da Justiça.

Este blogueiro Jair Ferraz teve acesso ao processo e colheu informações para a edição desta matéria.

Pela demonstração de desejo em prestar contas com a Justiça, uma vez que se apresenta espontaneamente e é recolhido à cadeia pública, pelo motivo de ter profissão definida, por ter endereço certo e sabido, e ter a confiança de pessoas idôneas, como por exemplo: os seus tios “Dido de Espedito” (Sanfoneiro) e “Toinho de Espedito”, pessoas pacatas conhecidas na cidade, o acusado mostra e prova que não é risco para sociedade.

Não tivemos informações sobre a data do Júri Popular, ao qual será submetido.

Por Jair Ferraz